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Nosso corpo não é público.

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  Se fosse dado o direito de escolhas à qualquer mulher brasileira, certamente, uma delas seria poder andar na rua tranquila, sem assédios, sem palavras inoportunas recebidas de homens anônimos e aleatórios, que autorizados pelo machismo e misoginia, sentem-se totalmente possuidores do direito de importunar desconhecidas transeuntes. A brasileira naturalizou os assédios constantes. Não estarei aqui exagerando em nenhum ponto se afirmar que todas, exatamente todas as mulheres que vivem neste país têm alguma experiência com assédios masculinos em suas jornadas. É possível que haja uma ou outra que não saiba descrever como assédio aquelas importunações masculinas nas ruas. Porém, o fato existe, é constante, é diário. A sacralização do corpo feminino é um estorvo para mulheres que têm seus corpos constantemente controlados, seja pela religião, pelo Estado, pela sociedade em geral que ditam regras morais a seguir mediante punição, sejam elas físicas ou simbólicas para aquelas que ...

Rebele-se: aceite seu corpo e derrube o sistema que lucra com sua baixa autoestima.

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Imagina você ter os pés amarrados, fraturados, curvados e, por fim, deformados,  desde a mais tenra infância, para que eles coubessem em sapatinhos que não passavam de 10 centímetros de comprimento e isso lhe conferisse status social, sensualidade, beleza, perante ao padrão de exigência e dedicação sexual masculino. Os pés de lótus foi um costume que se iniciou no século X, nas altas classes chinesas, até virar padrão de beleza disseminado em todas as esferas sociais, e durou séculos, até a prática ser finalmente proibida em meados do século XX naquele país. No século XV, por exemplo, as mulheres deveriam ser mais robustas, de quadris largos, seios fartos; na era vitoriana ( séculos IX), elas deveriam se espremer dentro de espartilhos apertadíssimos para caberem nas exigências de  cintura da época, que não deveria ser maior que 53 cm...  diz-se que daí surgiram, além de graves problemas de saúde com os órgãos internos, dietas estapafúrdias e os primeiros casos regis...

Passo a passo para cultivar o amor

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  Foto: George Lima Foto: Canva  Tenha uma plantinha, coloque-a no vaso adequado para o tamanho dela, ponha terra e regue com a frequência necessária para a espécie. Ela crescerá linda e você terá muito orgulho dela. Agora, digamos que você conheceu alguém super legal e essa pessoa logo percebeu que a sua plantinha estava linda, verdejante, frondosa, muito bem cuidada. E quando você menos esperava, ela estava com uma outra plantinha, ainda em muda, te ofertando. Acreditou que você também seria capaz de cuidar desta outra plantinha. E você, que ama plantas, ficou radiante ao ter mais um espécime no seu quintal. Você trocou o vaso, colocou mais terra, adubou, regava todos os dias. E esta plantinha já estava crescendo bem saudável. Mas, um dia, algo te entristeceu. Você percebeu que a sua primeira plantinha estava murcha, de galhos quebradiços, prestes a morrer. Aquela que você cuidava há muito tempo, desde pequenininha, quando seus pais plantaram a sementinha junto com v...

Uma Legging - Vários estilos

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Con heça a versatilidade da legging. Uma roupa que é unanimidade entre conforto e praticidade. Passeia livre por diversos estilos,   compondo os mais ricos visuais. Feita de variados tecidos, sua composição mais básica é o elastano, que somado ao algodão, poliéster, poliamida, entre outros materiais, difere no efeito final, que pode ser mais confortável ou mais sofisticado. Se você pensa que as leggings são roupas modernas, saiba que se tem relatos do seu uso desde a idade média. Porém, foi em 1978, quando a estonteante Olivia Newton Jonh, no filme Grease, que a calça justíssima ganhou fama. A Wonder Workshop, marca inglesa, apostou na peça, e logo ela entrou nos catálogos de moda.   A vestimenta migrou sua forma de uso quando, em 1982, a atriz Jane Fonda, eterna diva fitness, lançou Work Out, malhando de legging com maiôs coloridos. Tudo bem, hoje não dá para colocar a legging por baixo do maiô, a não ser que, você queira sair por aí a salvar o mundo, mas te daremos vária...

Quando vale a pena apostar no seu sonho?

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Desde pequenos, nós iniciamos o projeto “ter um sonho”. Vamos acumulando todas as ideias, os gostos e afinidades, as influências de nossos pais, e até mesmo naqueles momentos em que fomos formidáveis em algo que fizemos, tudo com o propósito de definir nossa futura profissão e os rumos a tomar. Quando a realidade se mostra bem diferente de tudo o que projetamos, percebemos como é difícil realizar aqueles desejos e daí vem a necessidade das escolhas. Quais desejos e sonhos possuem ainda tanta força que serão persistidos? E quais eram só vontades descartáveis? Em tempos de transformação social, em consequência da luta contra a pandemia, muita gente tem usado esse período para rever seus sonhos. E a pergunta que fica é: - Ainda vale a pena apostar no meu sonho? Vale uma análise do tamanho e da força do seu sonho. Quanto maior ele for, muito maior o preço a se pagar. A cada ação uma reação, um obstáculo que muitas vezes vão minando a imagem detalhada que você tinha em mente. Por...